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Politica

CHEGA DENUNCIA CUMPLICIDADE DO PSD NA ENTREGA DO MERCADO DE FARO POR 30 ANOS À GESTÃO DA AMBIFARO

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​A Assembleia Municipal de Faro aprovou a Proposta n.º 353/2026/CM, que entrega a concessão do Mercado Municipal e dos estacionamentos da cidade à empresa municipal Ambifaro, E.M., por um período blindado de 30 anos (até ao ano de 2056).

​Para o líder da Bancada do Chega na Assembleia Municipal de Faro, José Vaz, a viabilização deste “cheque em branco” ao executivo de António Miguel Pina, só foi possível, graças à abstenção em bloco da bancada do PSD, deixando o CHEGA totalmente isolado na liderança da oposição e na defesa dos contribuintes Farense.

​De acordo com José Vaz, durante um debate tenso na tribuna, o Grupo Municipal do CHEGA bateu-se contra a entrega do património municipal por três décadas, classificando a proposta aprovada como um “prémio vergonhoso à incompetência e à total falta de planeamento financeiro”.​ O PSD assume papel de “bofetada na cara” dos farenses.

​Segundo o CHEGA, a votação expôs uma coligação informal de interesses entre o PS e o PSD no concelho​,​ Fic​ando provado que, na hora da verdade, o PSD prefer​iu ser muleta da má gestão com esta proposta socialista e “abafar casos e casinhos” existentes nos últimos mandatos, do que defender o bolso dos Farenses.​ 

 
​Afirma ainda o CHEGA que  ​o PSD Finge que faz oposição na rua, mas no plenário passam o cheque em branco ao PS para hipotecar o nosso Mercado até 2056.​ A abstenção do PSD é uma total cumplicidade com o buraco financeiro da Ambifaro.

​O CHEGA baseou o seu voto contra, na análise técnica aos anexos bancários ocultos do processo, que revelam que a Ambifaro acumulou uma dívida asfixiante de mais de 7,5 milhões de euros, com vencimento concentrado já no primeiro semestre de 2027 (junto do Novo Banco e Millennium bcp), sem proceder a qualquer renegociação atempada.

O ​C​HEGA denunciou também o plano de obras assente num projeto obsoleto de 2018 com um “aumento cego e arbitrário de 50% feito à mesa do café com a desculpa da inflação”.

​José Vaz afirmou também que, em plenário, o CHEGA não se limitou a contestar e apresentou uma contraproposta técnica rigorosa e viável: a concessão de um prazo intercalar excecional de 6 a 8 anos, somada ao prazo contratual ainda em vigor.

Este horizonte temporal, daria a estabilidade jurídica necessária para a Ambifaro contratualizar junto da banca, um mecanismo de refinanciamento com amortização parcial e valor residual no final do período, permitindo à empresa pagar uma prestação sustentável e avançar com as obras urgentes, sem confiscar o património municipal que é de todos nós, por 30 anos.

A proposta do CHEGA exigia ainda a realização obrigatória de uma auditoria por uma empresa externa e independente no prazo de 12 meses para limpar a opacidade das contas​, alternativa ​que foi chumbada pela maioria do PS com a passividade do PSD​.

​Para José Vaz, os vereadores ​do chega na Câmara, deram o benefício da dúvida com uma abstenção, esperando que o executivo trouxesse juízo e rigor para a Assembleia, mas como mantiveram a teimosia e contaram com a cumplicidade do PSD para aprovar este absurdo, o CHEGA assumiu o seu mandato de fiscalização até ao fim.

​Para o líder da Bancada do Chega na Assembleia Municipal​, Faro ficou a saber quem verdadeiramente defende o concelho e quem prefere ajoelhar-se perante o compadrio político​, afirmando ainda que: “Nós continuaremos por cá, a exigir, que as contas da Ambifaro, sejam passadas a pente fino, pois o interesse municipal é dos Munícipes, será sempre superior aos interesses partidários.​”

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Junta de Freguesia de Boliqueime presente na Conferência “50 Anos das Primeiras Eleições Autárquicas”, que decorreu na Assembleia da República.

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A Junta de Freguesia de Boliqueime fez-se representar, na pessoa do Presidente do Executivo, Nelson Brazão, na Conferência “50 Anos das Primeiras Eleições Autárquicas”, que decorreu no dia 29 de setembro, na Assembleia da República.
Esta conferência reuniu diversas personalidades, contando com as participações do Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida; do Vice-Presidente da Assembleia da República, Marcos Perestrello; e do Presidente da Comissão da Reforma do Estado e Poder Local, Deputado Almiro Moreira.
O poder local esteve largamente representado através dos presidentes dos respetivos órgãos nacionais: Pedro Pimpão (ANMP), Fernando Santos Pereira (ANAM) e Francisco Brito (ANAFRE).

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𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗟𝗼𝗷𝗮 𝗱𝗼 𝗖𝗶𝗱𝗮𝗱𝗮̃𝗼 𝗼𝗹𝗵𝗮𝗻𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀 𝗷𝗮́ “𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺 𝗱𝗲 𝗶𝗿 𝗮 𝗙𝗮𝗿𝗼 𝗼𝘂 𝗮 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮”

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Os olhanenses já “não precisam de ir a Faro ou a Lisboa para tratar de assuntos com as Finanças, a Segurança Social ou os Registos”. A garantia foi deixada esta segunda-feira pelo ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, na inauguração oficial da Loja do Cidadão de Olhão, no Ria Shopping – a 82.ª loja do género a abrir no país. “Podem resolver aqui, à porta de casa”, disse o governante, numa localização que classificou de central e conveniente para quem mora na cidade.
O espaço já funcionava há duas semanas, mas foi na tarde de ontem que teve direito a cerimónia oficial. Com 713 metros quadrados e 15 postos de atendimento, o espaço reúne Finanças, Registos, Segurança Social e Espaço Cidadão. Custou 1,9 milhões de euros, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na sua totalidade, e já fez cerca de 2.000 atendimentos desde a sua abertura.
Ricardo Calé, Presidente da Câmara Municipal de Olhão, recordou que esta era uma antiga aspiração dos olhanenses, que deixam de ter de enfrentar as dificuldades de estacionamento do centro/baixa da cidade. Com esta Loja do Cidadão, disse, o acesso aos serviços públicos passa a ser “acessibilidade, comodidade e conforto”.

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𝗤𝘂𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗳𝗮𝗺𝗶́𝗹𝗶𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝗰𝗮𝗿𝗮𝗽𝗮𝗰𝗵𝗼 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗺 𝗵𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗿𝗲𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀

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O Município de Olhão, através da empresa municipal Fesnima, responsável pela gestão do parque habitacional municipal, entregou hoje quatro habitações de apoio social na freguesia de Moncarapacho, dando resposta às necessidades habitacionais de quatro famílias.
A vice-presidente da Câmara Municipal de Olhão, Catarina Poço, com o pelouro do Urbanismo, sublinha que a habitação continua a ser uma prioridade para o Município, destacando o trabalho desenvolvido na requalificação do parque habitacional municipal.
“Procedemos à transferência de três famílias para habitações que foram requalificadas e atribuímos uma habitação a uma nova família, no âmbito do último concurso lançado”, explica a autarca, acrescentando que estas novas atribuições permitem “adequar a tipologia da habitação às necessidades de cada agregado familiar, nomeadamente quando este aumenta e a casa onde residiam deixa de ser adequada”.
Catarina Poço adianta ainda que o trabalho de requalificação do parque habitacional vai continuar, estando já em curso várias empreitadas e previsto o lançamento de novas intervenções, nomeadamente na Rua Manuel Oliveira.
“Continuamos a ter como prioridade a habitação no concelho de Olhão e queremos que esta máxima continue a ser promovida pelo Município, através da Fesnima”, afirma a vice-presidente, reforçando o compromisso municipal de melhorar as condições de habitabilidade e adequar as respostas habitacionais às necessidades concretas das famílias.

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