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Cultura

FÉRTIL regressa a Olhão para a sua 4.ª edição | 3 e 4 de outubro

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Festival gratuito acontece a 3 e 4 de outubro, das 14h00 às 23h00, no Parque Ribeirinho Poente, numa coprodução entre a MOCES e o Município de Olhão.
O FÉRTIL estrutura-se em torno de quatro grandes pilares — Ambiente, Comunidade, Cultura e Inovação — que atravessam toda a programação e procuram criar um espaço de encontro, partilha, aprendizagem e participação. Ao longo dos dois dias, o público poderá encontrar uma programação multidisciplinar que cruza música, conversas, palestras, workshops, cinema, exposições, actividades para famílias, bem-estar, mercado criativo e gastronomia.

A 4.ª edição marca uma nova etapa na história do festival. Pela primeira vez, o FÉRTIL muda-se para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território.

A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro, sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho.
A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.
Três espaços para pensar, aprender e participar
Nos espaços dedicados a Ambiente, Comunidade e Inovação, o festival propõe uma programação para quem quer questionar, aprender, partilhar conhecimento e participar activamente.
Entre os temas em destaque estão as Aldeias do Futuro, a ideia de que a Educação é a Primeira Infraestrutura da Sustentabilidade, a Economia Circular, a Alimentação Consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk.
Conversas, palestras, workshops e actividades participativas juntam diferentes perspectivas e conhecimentos, aproximando especialistas, projectos, organizações e comunidades num ambiente aberto e acessível.
Um festival para todas as idades
Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com actividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde.
A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival.

Este ano, a Healing Area será dinamizada pela Positive Hands, ocupando duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado.
O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.

A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projectos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo.
Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo.

No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já característicos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições.
E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.
Um festival feito para estar, descobrir e participar
O FÉRTIL nasceu da vontade de criar um espaço onde diferentes pessoas, projectos e ideias possam encontrar-se e onde a sustentabilidade possa ser vivida para lá do discurso.
Durante dois dias, o festival convida o público a aprender, experimentar, ouvir, dançar, criar e conhecer pessoas, num programa pensado para diferentes idades e interesses.
Com entrada gratuita, o FÉRTIL procura continuar a ser um espaço aberto à comunidade e um lugar onde novas ideias possam nascer, ganhar força e criar ligações.

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Cultura

DIAS ABERTOS | 3 DE OUTUBRO | Palácio Gama Lobo – Loulé

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Sábado, 3 de Outubro, o Palácio Gama Lobo em Loulé transforma-se num espaço de experimentação e descoberta, com várias atividades que convidam a conhecer diferentes técnicas, materiais e saberes ligados à criação artesanal.
10:00 – 13:00 | Atividades de experimentação
📍 Palácio Gama Lobo – Loulé
• Aquarelas da Terra, com Tons Terra
• Bordado Coletivo, com Flávia Ferreira
• Corda Seca, com San Pi
• Filigrana, com Ângela Gonçalves
• Linogravura, com Marisa Murtinha
• Trilogia de Figo, com Ana Figueiras
As atividades são gratuitas e não necessitam de inscrição. Basta aparecer!
Participação limitada aos lugares disponíveis

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Cultura

Em Quarteira Bienal de Teatro Comunitário – 2ª edição

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Bienal de Teatro Comunitário abre a sua 2ª edição com estreia do documentário “Ninguém sem Teatro”.

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Cultura

Desfolhada á Moda Antiga em São Brás de Alportel

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A Junta de Freguesia com a colaboração do Rancho Típico Sambrasense, irá realizar a XVII Desfolhada à Moda Antiga, terá lugar no Museu do traje no próximo dia 26 de setembro a partir das 20h e 30m.
Com o objetivo de relembrar os mais velhos e mostrar aos mais novos uma importante tradição do mundo rural, será recriado um cenário semelhante a uma eira comunitária, “relembrando o espírito de entreajuda da desfolhada do milho e recorrendo aos usos e costumes de outros tempos”.
As desfolhadas aconteciam “no final de Setembro ou no início de Outubro”. Depois de retirarem a espiga ou maçaroca do milho da planta, grupos de mulheres e homens dispunham-se à volta do milho, em ambiente de festa e confraternização com animados cantares.
Os jovens participavam animados nas desfolhadas, sempre na esperança de encontrar o milho rei ou rainha (espiga vermelha) pois era uma excelente oportunidade para se aproximarem da pessoa amada, isto porque quem encontrasse a espiga vermelha tinha de dar um beijo, era sempre uma boa oportunidade para dar e receber um beijo tão apetecido.

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